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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Vacas leiteiras podem ajudar na produção de biocombustíveis

Elas dão o leite do café da manhã, alimentam os carnívoros, são endeusadas na Índia e, no futuro, aparentemente, também podem ter papel importante na produção de biocombustíveis.

É o que diz uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA).

No trabalho, os cientistas conseguiram identificar e mapear geneticamente dezenas de micro-organismos que habitam o sistema digestivo dos ruminantes e são capazes de produzir enzimas para quebra da celulose.

O que motivou o estudo, com artigo publicado na revista científica "Science", foi um dos obstáculos para a produção em massa de biocombustíveis com 100% de pureza: o rendimento relativamente baixo das reações bioquímicas de quebra da celulose pelas enzimas utilizadas até o momento.

Para obter os micro-organismos desejados, os pesquisadores utilizaram duas vacas. Cirurgicamente, eles inseriram no rúmen dos animais --o primeiro "compartimento" do seu estômago--, uma espécie de gramínea, a Panicum virgatum.

Os micro-organismos que aderiram aos vegetais retirados após a incubação foram, então, analisados e mapeados geneticamente, graças a técnicas computacionais desenvolvidas pelos cientistas.

O computador determinou diversas sequências de RNA (uma cadeia produzida a partir do próprio DNA do indivíduo e responsável pela fabricação de proteínas) correspondentes à produção de enzimas específicas para a quebra da celulose.

Segundo os autores do estudo, o mapeamento genético desses micróbios abre portas para futuras pesquisas para produção em massa de novas enzimas que degradam a celulose, aumentando a eficiência e reduzindo o custo do processo.

Folha

Aposto que os vegetarianos fanáticos vão arrumar um motivo para ser contra, com pena dos micróbios.

Na Argentina, Dilma é recebida com abraço por Cristina Kirchner




A presidente Dilma Rousseff chegou às 12h18, horário local, na Casa Rosada, sede do governo argentino, onde já era esperada por representantes das Mães e Avós da Praça de Maio.

"A Argentina é um exemplo para o Brasil no campo de direitos humanos, na sua busca de desaparecidos da ditadura militar", afirmou Estela de Carlotto, presidente da associação.

Dilma chegou acompanhada de oito ministros. Foi recebida pela presidente argentina Cristina Kirchner, que lhe deu um abraço carinhoso no Salão Branco da Casa Rosada, destinado às recepções oficiais. Em seguida, Dilma e Cristina se dirigiram para um encontro reservado, enquanto os ministros brasileiros começaram uma reunião paralela com seus colegas argentinos.

A reunião com as Mães e Avós da Praça de Maio aconteceria logo após a reunião privada entre as duas presidentes. Segundo Estela de Carlotto, pelo fato de Dilma ter sido "vítima da ditadura brasileira", ela "sabe bem do que fala quando propõe revisar a história, fazer justiça e impor a verdade".

Segundo assessores de Dilma, um dos objetivos de sua viagem à Argentina, a primeira oficial ao exterior desde que tomou posse, é enfatizar a sua política de defesa de direitos humanos. A presidente brasileira tem dito que irá condenar qualquer desrespeito aos direitos humanos no mundo, seja em que país eles acontecerem.

Dilma chegou acompanhada dos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Nelson Jobim (Defesa), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Paulo Bernardo (Comunicações), Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), Mário Negromonte (Cidades), Márcio Zimmermann (Minas e Energia) e Iriny Lopes (Direitos das Mulheres).

Após o encontro com as Mães e Avós da Praça de Maio, Dilma assinaria, numa reunião conjunta com a presidente argentina e os ministros dos dois países, cerca de 15 acordos. Entre eles, o que prevê a construção de um reator de pesquisa nuclear.

Depois dessa reunião, Dilma e Cristina Kirchner fariam um declaração conjunta à imprensa, seguindo para um almoço no Palácio San Martín, sede do ministério das relações exteriores local.
Folha

Túlio Maravilha: Gênio da bola e seu gol de calcanhar

Lixo na internet

A melancia, o diabo, deus...

Lewis Black - Religião

Pensamentos ateístas 3: Robert G. Ingersoll

"Se um Deus bondoso e infinitamente poderoso governa este mundo, como podemos justificar os ciclones, os terremotos, a pestilência e a fome? Como podemos justificar o câncer, os micróbios, a difteria e milhares de outras doenças que atacam durante a infância? Como podemos justificar as bestas selvagens que devoram seres humanos e as serpentes cujas mordidas são letais? Como podemos justificar um mundo onde a vida alimenta-se da vida? Será que os bicos, garras, dentes e presas foram inventados e produzidos pela infinita misericórdia? A bondade infinita deu asas às águias para que suas presas fugazes pudessem ser arrebatadas? A bondade infinita criou os animais de rapina com a intenção de que eles devorassem os fracos e os desamparados? A bondade infinita criou as inumeráveis criaturas inúteis que se reproduzem dentro de outros seres e se alimentam de sua carne? A sabedoria infinita produziu intencionalmente os seres microscópicos que se alimentam do nervo óptico? Pense na idéia de cegar um homem para satisfazer o apetite de um micróbio! Pense na vida alimentando-se da própria vida! Pense nas vítimas! Pense no Niagara de sangue derramando-se no precipício da crueldade!”

“Tudo que a humanidade sofreu com as guerras, com a pobreza, com a pestilência, com a fome, com o fogo e com o dilúvio, todo o pavor e toda a dor de todas as doenças e de todas as mortes – tudo isso se reduz a nada quando posto lado a lado com as agonias que se destinam às almas perdidas. Este é o consolo da religião cristã. Esta é a justiça de Deus – a misericórdia de Cristo. Este dogma aterrorizante, esta mentira infinita: foi isto que me tornou um implacável inimigo do cristianismo. A verdade é que a crença na danação eterna tem sido o verdadeiro perseguidor. Fundou a Inquisição, forjou as correntes e construiu instrumentos de tortura. Obscureceu a vida de muitos milhões. Tornou o berço tão terrível quanto o caixão. Escravizou nações e derramou o sangue de incontáveis milhares. Sacrificou os melhores, os mais sábios, os mais bravos. Subverteu a noção de justiça, derriscou a compaixão dos corações, transformou homens em demônios e baniu a razão dos cérebros. Como uma serpente peçonhenta, rasteja, sussurra e se insinua em toda crença ortodoxa. Transforma o homem numa eterna vítima e Deus num eterno demônio. É o horror infinito. Cada igreja em que se ensina esta idéia é uma maldição pública. Todo pregador que a difunde é um inimigo da humanidade. Em vão se procuraria uma selvageria mais ignóbil que este dogma cristão. Representa a maldade, o ódio e a vingança sem fim. Nada poderia tornar o inferno pior, exceto a presença de seu criador, Deus. Enquanto estiver vivo, enquanto estiver respirando, negarei esta mentira infinita com toda minha força, a odiarei com cada gota de meu sangue.”

Milagres da química


Quarenta mil fiéis reconheceram o semblante sereno, celebrizado em fotos, num desfile no Vaticano na manhã do domingo 3. O corpo embalsamado do papa João XXIII cruzou a Praça São Pedro no esquife de vidro, emocionando a multidão que comemorava o dia de Pentecostes. Vestido com túnica branca, capa e gorro vermelhos, o cadáver confirmou o extraordinário relato dos legistas que o exumaram. A história veio à tona há dois meses. Imune ao tempo, João XXIII preserva a aparência do octogenário bonachão. Seu papado durou quatro anos e sete meses (1958-1963), o suficiente para o pontífice aproximar a Igreja do povo. Convocou o Concílio Vaticano II, que, entre outras mudanças, aboliu o latim nas missas e permitiu o uso de idiomas locais.

Responsável pela conservação do corpo, o médico italiano Gennaro Goglia, de 78 anos, perfilava-se na multidão da praça. Goglia decidiu revelar na semana passada a técnica de embalsamamento que utilizou. Injetou no corpo 5 litros de um coquetel de substâncias conservantes, entre as quais álcool, sulfato de sódio e nitrato de potássio. “Devo admitir: aquele trabalho foi um pouco macabro”, diz o professor de anatomia da Universidade Católica de Roma. O legista optou por não retirar o sangue. “Poderia cair em mãos erradas e ser vendido como relíquia”, afirma. O cadáver foi enterrado num caixão lacrado. Isso ajudou a deter a decomposição. Com a exumação, recebeu nova preparação química, e o rosto, escurecido, ganhou uma camada de cera. De acordo com Goglia, o próprio chefe da Igreja, pouco antes de morrer, pediu-lhe que cuidasse do funeral. Ficara impressionado com as exéquias do antecessor, Pio XII, cujo corpo começou a exalar mau cheiro durante o velório de cinco dias.

No passado, a preservação do corpo de ícones da Igreja era vista como milagre. Há pelo menos duas décadas a Igreja admite o uso de poderes artificiais para conservar suas relíquias. João XXIII dependeu de outro tipo de fenômeno sobrenatural para ser consagrado beato, em 2000. O Vaticano atribuiu a ele o milagre da cura da freira italiana Caterina Capitani. Em 1966, ela se livrou de um câncer no estômago depois que colocaram sobre seu ventre uma foto do pontífice. Caterina também estava entre os fiéis na Praça São Pedro. “Este é um dia muito especial”, disse, comovida.
 



Milagres da química
A imagem de um ídolo morto impressiona os fiéis – e a Igreja não menospreza esse efeito. Em 1986, o patologista Ezio Fulcheri, da Universidade de Gênova, foi convocado pelo Vaticano para conservar o corpo já embalsamado do cardeal ucraniano Josef Slipyj, morto em 1984 e enterrado na Itália. Slipyj resistiu ao comunismo e, por isso, a Santa Sé queria torná-lo santo. Uma das estratégias seria transformar seu cadáver em relíquia. Por quatro meses, foi mergulhado numa substância química que interrompeu a decomposição. Depois, levou-se o caixão para Lviv, na Ucrânia, onde é venerado. O processo de canonização empacou nos anos 90. Diz-se que o Vaticano perdeu a pressa após o colapso da União Soviética.
 
A igreja católica, profícua fábrica de santos, adora preservar atificialmente corpos humanos visando justificar os "milagres".

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DNA do orangotango é 97% igual ao humano


Paris - Os orangotangos são muito mais diversos geneticamente do que se pensava, uma descoberta que pode ajudar em sua sobrevivência, afirmam cientistas que acabam de concluir o primeiro exame de DNA da espécie de macaco, em risco crítico de extinção.
O estudo, publicado na edição desta quinta-feira da revista científica Nature, também revela que o símio - conhecido como "o homem da floresta" - quase não evoluiu nos últimos 15 milhões de anos, em forte contraste com o 'Homo sapiens' e seu primo mais próximo, o chimpanzé.

Antes amplamente distribuídos pelo sudeste da Ásia, apenas duas populações do símio inteligente e escalador de árvores vivem na natureza, ambas em ilhas da Indonésia.

De 40 mil a 50 mil indivíduos vivem em Bornéu, enquanto em Sumatra o desmatamento e a caça fizeram reduzir uma comunidade que antes chegava a ter 7.000 indivíduos, segundo a União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

Segundo o estudo, estes dois grupos se separaram geneticamente por volta de 400 mil anos atrás, consideravelmente depois do que se pensava, e hoje constituem espécies separadas, embora com relacionamento próximo: o 'Pongo abelii' (Sumatra) e o 'Pongo pygmaeus (Bornéu)'.

Um consórcio internacional de mais de 30 cientistas decodificou o sequenciamento completo do genoma de uma fêmea de orangotango de Sumatra, chamada Susie.

Eles, então, completaram as sequências de outros 10 adultos, cinco de cada população.

"Nós descobrimos que o orangotango médio é mais diverso, geneticamente falando, do que o homem médio", relatou o chefe das pesquisas, Devin Locke, geneticista evolutivo da Universidade de Washington no Missouri.

Os genomas de humanos e orangotangos se justapõem em 97%, enquanto que o de humanos e chimpanzés, em 99%, afirmou.

Mas a grande surpresa foi que a população de Sumatra, consideravelmente menor, demonstrou ter mais variações no DNA do que seu primo comum de Bornéu.

Embora perplexos, os cientistas disseram que isto pode aumentar as chances de sobrevivência da espécie.

"Sua variação genética é uma boa notícia porque, a longo prazo, permite que mantenham uma população saudável" e ajudará a dar forma aos esforços de conservação, explica o co-autor do estudo, Jeffrey Rogers, professor do Baylor College de Medicina.
O estudo, publicado na edição desta quinta-feira da revista científica Nature, também revela que o símio - conhecido como "o homem da floresta" - quase não evoluiu nos últimos 15 milhões de anos, em forte contraste com o 'Homo sapiens' e seu primo mais próximo, o chimpanzé.

Antes amplamente distribuídos pelo sudeste da Ásia, apenas duas populações do símio inteligente e escalador de árvores vivem na natureza, ambas em ilhas da Indonésia.

De 40 mil a 50 mil indivíduos vivem em Bornéu, enquanto em Sumatra o desmatamento e a caça fizeram reduzir uma comunidade que antes chegava a ter 7.000 indivíduos, segundo a União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

Segundo o estudo, estes dois grupos se separaram geneticamente por volta de 400 mil anos atrás, consideravelmente depois do que se pensava, e hoje constituem espécies separadas, embora com relacionamento próximo: o 'Pongo abelii' (Sumatra) e o 'Pongo pygmaeus (Bornéu)'.

Um consórcio internacional de mais de 30 cientistas decodificou o sequenciamento completo do genoma de uma fêmea de orangotango de Sumatra, chamada Susie.

Eles, então, completaram as sequências de outros 10 adultos, cinco de cada população.

"Nós descobrimos que o orangotango médio é mais diverso, geneticamente falando, do que o homem médio", relatou o chefe das pesquisas, Devin Locke, geneticista evolutivo da Universidade de Washington no Missouri.

Os genomas de humanos e orangotangos se justapõem em 97%, enquanto que o de humanos e chimpanzés, em 99%, afirmou.

Mas a grande surpresa foi que a população de Sumatra, consideravelmente menor, demonstrou ter mais variações no DNA do que seu primo comum de Bornéu.

Embora perplexos, os cientistas disseram que isto pode aumentar as chances de sobrevivência da espécie.

"Sua variação genética é uma boa notícia porque, a longo prazo, permite que mantenham uma população saudável" e ajudará a dar forma aos esforços de conservação, explica o co-autor do estudo, Jeffrey Rogers, professor do Baylor College de Medicina.

Fonte

Este tipo de notícia deixa os fanáticos religiosos criacionistas calados, pois não se conformam com o fato de termos ancestralidade em comum com os símios.

Nunca toque teclado em uma academia de ginástica

Empresa picareta 1: Brastemp


 A história do senhor Osvaldo Boreli é um claro exemplo de descaso de serviços de atendimento ao consumidor no Brasil. Tão claro que acabou se transformando em um tiro no próprio pé da fabricante do produto. O problema de Osvaldo foi colocado em um vídeo no YouTube que em menos de 2 dias representa uma mancha na imagem de qualidade que a fabricante sempre alegou possuir.

Osvaldo comprou uma geladeira Brastemp que apresentou problemas no funcionamento. Ele foi até uma autorizada da marca e foi informado que para trocar o sistema problemático seria necessário trocar peças que, os valores somados, ultrapassam o preço da geladeira: 3 mil reais.

"Imagine você ter um carro Mercedes, ele dá problema no ar condicionado, você vai na concessionária e eles dizem que você que para arrumar este problema é necessário trocar a carroceria e o motor do carro. É um verdadeiro absurdo", diz Osvaldo no vídeo.

Osvaldo passou a entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente da marca. Diversas ligações e nenhum retorno. Como a garantia da geladeira estava expirada, a Brastemp propôs à Osvaldo a troca do produto por outro novo a preço de custo.

"Depositei o dinheiro no dia 16 de dezembro e ainda falei para ela do natal e do ano novo. Ela disse que não podia fazer nada, que deveria esperar pelo menos 20 dias. A atendente não pensou no meu lado em nenhum momento", disse Osvaldo em entrevista ao site FutureCast.

Já tendo recorrido ao Procon e frustrado com o serviço de atendimento da marca, Osvaldo decidiu recorrer às redes sociais. Gravou um vídeo contando o caso e postou no YouTube. Em pouco mais de 2 dias o vídeo foi visto mais de 70 mil vezes, o nome Brastemp foi para o topo dos assuntos mais comentados no Twitter e a luz vermelha acendeu na diretoria da empresa fabricante.

"Eu ia colocar a geladeira em cima do caminhão, levar até a porta da Brastemp, fazer o vídeo lá e arremessar a geladeira lá dentro", conta Osvaldo.

Osvaldo disse que depois da repercussão do vídeo no YouTube, Facebook e Twitter, começou a receber ligações da diretoria da Brastemp pedindo desculpas pelo ocorrido e admitindo a falha no sistema de atendimento ao consumidor.

"Fiquei 100 dias sem geladeira. Com o dinheiro que eu gastei com comida fora de casa eu poderia comprar 2 geladeiras. Mas resolvi levar adiante porque é um direito meu".

Exigir o direito não é nenhum constrangimento para o consumidor. Pelo contrário, é o momento de mostrar para a empresa quem é o lado mais forte da corda. Sr. Osvaldo Boreli mostrou. Ele é um consumidor exemplar.


O consumidor insatisfeito mora na região do Vale do Paraíba. Se todos procedermos de maneira similar as empresas terão um pós venda pelo menos decente.


domingo, 30 de janeiro de 2011

Laboratório francês cria aparelho que permite inalar sobremesas



Criador do Whaf diz que máquina é uma "nuvem de sabores"

Um laboratório francês de pesquisas na área gastronômica desenvolveu um aparelho que permite inalar sobremesas.

A máquina transforma os doces, inicialmente líquidos, em vapores que podem ser aspirados com um canudo de vidro, evitando a ingestão de calorias.

O aparelho, chamado Le Whaf, é um recipiente redondo de vidro com uma torneira, como um filtro de água.

O líquido é colocado no Whaf e uma "nuvem" se forma no recipiente. A tecnologia integra o uso de ondas de ultrassom por cristais que se polarizam eletricamente ou se deformam em um campo elétrico.

Minúsculas partículas são formadas e ficam suspensas no Whaf, formando os vapores que podem ser inalada.

A máquina havia sido criada no final de 2009, para inalar três tipos de coquetéis, mas o projeto evoluiu e passou a incluir as sobremesas.

O Whaf foi criado pelo professor de Harvard David Edwards, fundador do Le Laboratoire, em Paris, que realiza projetos que misturam ciência, gastronomia e arte.

"Nuvem de sabores"

Edwards, que realizou trabalhos científicos sobre novos modos de aplicação de remédios e vacinas por meio de aerossóis, define o Whaf como "uma nuvem de sabores".

A máquina foi desenhada pelo designer culinário Marc Bretillot.

"Há centenas de anos, talvez milhares, nós passamos a comer cada vez menos durante as refeições, mas de maneira mais frequente", diz o professor de Harvard.

"O Whaf nos orienta em direção a um futuro no qual comer é tanto um ato efêmero quanto um ato essencial como o de respirar."

"Após as guerras, nós passamos de uma necessidade maior de comida ao oposto, hoje, de saber como comer menos. Nós queremos menos calorias, mas cada vez mais prazer e sensações. Nesse sentido, o Whaf parece ser uma das respostas possíveis", diz o designer culinário.

Cozinha molecular

Máquina transforma doces em vapores que podem ser aspirados

As receitas foram criadas pelo chef Thierry Marx, renomado especialista na França da chamada cozinha molecular (em que há uma aplicação de procedimentos científicos na arte gastronômica).

Até o momento, as sobremesas que podem ser inaladas no Whaf são tortas de limão e a tarte tatin, uma torta de maçã invertida, com a massa para cima, típico doce francês.

Outras receitas estão sendo elaboradas, disse à BBC Brasil a assessoria de imprensa do Le Laboratoire, criado há cerca de três anos.

O uso do aparelho fez até surgir o verbo francês whafer para ilustrar a inalação do alimento que se transformou em vapor.

A previsão é de que o Whaf seja comercializado na França e possivelmente em outros países até o final deste ano. "A ideia é reduzir o tamanho do aparelho para facilitar o uso doméstico", diz o laboratório.

O Le Laboratoire também já havia desenvolvido o Le Whif, um pequeno inalador, que cabe no bolso, que permite respirar os aromas do chocolate sem ingerir calorias.

Estadão

Como você, caro leitor, gastaria seu dinheiro? Em um doce de verdade ou apenas no cheiro de um doce? A resposta, ao meu ver, é óbvia.

IPP constata que área ocupada por favelas encolheu nos últimos dois anos



RIO - A área ocupada por favelas na cidade está diminuindo. A constatação é de técnicos do Instituto Pereira Passos, que analisaram um levantamento aerofotográfico do Rio. Realizado pela prefeitura, o trabalho revela que, pelo segundo ano consecutivo, as comunidades perderam terreno. De acordo com os técnicos, as imagens mostram que cerca de 392 mil metros quadrados de terrenos ocupados de forma irregular foram recuperados nos dois últimos anos. Um espaço equivalente a 47 campos de futebol, bem distribuído por todas as áreas da cidade. Segundo o prefeito Eduardo Paes, o fato é inédito e seria uma consequência direta da política de reassentamento de famílias que moram em áreas de risco.

Paes afirmou que, desde 2009, 6.800 famílias de 80 comunidades foram retiradas de áreas ameaçadas. Desse total, 3.100 teriam sido reassentadas com a ajuda de programas como o Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. O restante já teria sido indenizado ou estaria recebendo aluguel social. Ele prometeu que, até 2012, essa política de reassentamento, associada a uma série de outras medidas, vai permitir a recuperação de 3,5% da área ocupada pelas favelas no Rio no início do seu mandato.

- Há muita coisa acontecendo neste momento, o que me dá tranquilidade para dizer que, no ano que vem, a redução vai ser ainda maior. Mas o mais interessante é que não se trata de uma política de remover e jogar em qualquer lugar. Todos os assentamentos foram feitos com muito respeito à dignidade das pessoas. É claro que há uma hora em que é preciso usar a força do poder público. Mas fizemos tudo com muita negociação - afirmou o prefeito.

De acordo com o IPP, levantamentos semelhantes realizados anteriormente vinham registrando o aumento das áreas ocupadas de forma irregular. Os números apresentados pelos técnicos mostram que, entre 1999 e 2004, as favelas avançaram sobre uma área de 2,4 milhões de metros quadrados, num aumento de cerca de 1,2% ao ano. Já entre 2004 e 2008, o crescimento registrado foi de 1,3 milhão de metros quadrados, ou 0,71% ao ano. O quadro, porém, teria começado a mudar entre 2008 e 2009, quando a área teria sido reduzida em 0,05%. Só no ano seguinte, entre 2009 e 2010, as fotos aéreas teriam registrado o encolhimento das favelas de forma efetiva, com uma redução de 374.122 metros quadrados - ou 0,8% da área total ocupada. O próprio prefeito reconhece que o percentual, embora tímido, é bastante significativo:

- Pela primeira vez na história da cidade, conseguimos registrar uma redução na área de favelas. Mas não é só isso. Desde 2009, não há registros do surgimento de novas favelas. Aqui você tem também uma mensagem muito clara, que é a de que a gente não vai tolerar invasão na cidade.

O Globo

Sem dúvidas o governo Lula e agora o governo Dilma têm uma preocupação grande com a questão da moradia. Evidente que ainda há muito o que fazer, sobretudo no interior do país, porém este é um sinal de que o tema tem sido tratado com uma seriedade que não costuma ser vista nos governos do PSDB. Duvido que em São Paulo as áreas das favelas tenham diminuído como no Rio. Quando um governo municipal ou estadual sabe trabalhar em parceria com o federal, acontecem fatos como este que ocorreu no Rio. Já quando ocorre o contrário, vemos estados ineficientes em resolver a questão habitacional, como os governos do PSDB em São Paulo.
No estado paulista , vemos algo lamentável: sorteio de apartamentos da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano)Em vez de acelerar o ritmo de construção para suprir a demanda habitacional, o governo submete famílias à uma situação vexatória, onde o chefe de família precisa participar de uma loteria para ganhar uma casa própria. Poucos são sorteados e a maioria sai frustrada, sem nenhum critério técnico para justificar o ganho do apartamento ou da casa, e sim a pura sorte. Ou seja, um governo decide de forma aleatória quem merece um lar ou não.

Burka woman

Vasco: Motivo de piadas sem fim

Dublagem - Curintia campeão da Libertadores!

Pensamentos ateístas 2 - Friedrich Nietzsche

“O cristianismo foi desde o início, essencial e basicamente, asco e fastio da vida na vida, que apenas se disfarçava, apenas se ocultava, apenas se enfeitava sob a crença em ‘outra’ ou ‘melhor’ vida. O ódio ao mundo, a maldição dos afetos, o medo à beleza e à sensualidade, um lado-de-lá inventado para difamar melhor o lado-de-cá, no fundo um anseio pelo nada, pelo fim, pelo repouso...” Friedrich Nietzsche, O nascimento da tragédia.
 
“Não conheço em absoluto o ateísmo como resultado, menos ainda como acontecimento: em mim, ele é óbvio por instinto. Sou muito inquiridor, muito cético, muito altivo para me satisfazer com uma resposta grosseira. Deus é uma resposta grosseira, uma indelicadeza para conosco, pensadores – no fundo, até mesmo uma grosseira proibição para nós: não devem pensar!” Friedrich Nietzsche, Ecce Homo.
 
“Religiões são assunto da plebe, eu sinto necessidade de lavar as mãos após contato com pessoas religiosas... Não quero ‘crentes’, creio ser demasiado malicioso para crer em mim mesmo, nunca me dirijo às massas...” Friedrich Nietzsche, Ecce Homo.

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Homenagem ao timeco do Shopping Center Norte (SP)

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Neil Young - Le Noise

Chegou às minhas mãos o mais recente trabalho do incansável Neil Young, que completou 65 anos dia 12 de novembro.

Um disco diferente onde ele canta tocando somente guitarras e violões, sem baixo, bateria e overdubs, composto de 8 músicas:
1. Walk With Me
2. Sign Of Love
3. Rescue Me
4. Love And War
5. Angry World
6. Hitchhiker
7. Peaceful Valley Blvd
8. Rumblin’

Neil desautorizou ao You Tube a incorporação de suas músicas, então assista ao clipe de Hitchihiker aqui.

Discaço!

Dezembro foi o mês do BÍZIMO

~
 
A canalhice, ganância e cara de pau desses "pa$tore$" não tem limites!

Glorioso se mantém na ponta ao vencer o Olaria por 3 a 1


Atualmente podemos dizer que a palavra Botafogo pode ser associada a dois nomes: Loco Abreu e Jefferson. No confronto contra o Olaria, neste sábado, os dois, mais uma vez, foram preponderantes para que o Glorioso conseguisse mais uma vitória. O Alvinegro com isso se mantém isoladamente na liderança do Grupo B, na Taça Guanabara, com 100% de aproveitamento e 12 pontos ganhos.

Gol relâmpago de Renato Cajá aos 13 segundos

A partida começou com um fato inusitado. A zaga do Olaria se complicou e o apoiador Renato Cajá arriscou de longe. Bola no cantinho e gol alvinegro aos 13 segundos de jogo. O que parecia fácil, no entanto, mostrou-se bem complicado. O primeiro tempo foi muito ruim, sobretudo para a equipe de General Severiano, que não se encontrou e só não tomou um gol do Olaria devido à sua forte limitação e ao seu grande goleiro, Jefferson. O time do subúrbio do Rio de Janeiro tomou conta da partida, mas não teve muita criatividade para chegar e quando o fez esbarrou no arqueiro alvinegro, que no fim da primeira parte fez uma ponte linda, após chute de Felipe.

Segundo tempo muito 'Loco'

Na segunda etapa, o técnico Joel Santana, prontamente, colocou Caio no lugar de Lucas, que teve atuação apagada. Mesmo assim, a zaga do Bota batia cabeça, e Jefferson permanecia salvando seu time. Em uma das defesas, o camisa 1 defendeu à queima-roupa chute de Vinícius. Um verdadeiro milagre, que mostra por que o técnico Mano Menezes o tem colocado na Seleção Brasileira.

Como o Glorioso não melhorava, Joel resolveu trocar de novo, colocando Alessandro no lugar do zagueiro Márcio Rosário. O lateral-direito em um de seus primeiros lances fez lançamento sensacional para Loco Abreu, que com muita categoria marcou, na saída de Renan.

No entanto, logo depois o Olaria diminuiu, aos 11 minutos, quando a zaga alvinegra pediu impedimento. Vinícius colocou no fundo da rede, sem chances para Jefferson. Quando parecia que o Bota poderia ter problemas, Renato Cajá lançou Loco Abreu, que mais uma vez decidiu. E de que maneira? Cavadinha. Para loucura dos poucos torcedores no Engenhão. O camisa 13 ficou cara a cara e mostrando muita técnica, usou sua arma letal, colocando por cima do goleiro.

Com isso, o Olaria se abateu e o Alvinegro ainda teve chances de aumentar. Caio e Bruno fizeram boas jogadas, mas em uma delas Herrera não conseguiu finalizar. Alessandro, que entrou muito bem, foi aclamado pelos torcedores após mais um excelente lançamento, desta vez para Araruama, que entrara no lugar de Cajá. O jogador acabou esbarrando em Renan, que fez grande defesa.

O Botafogo passa longe de ter uma grande atuação, mas não houve necessidade. Bastou a qualidade de seus ídolos, que em tarde inspirada, decidiram. Jefferson e Loco Abreu mostraram, que mesmo sem brilhar muito fortemente, assim como em 2010, eles estão dispostos a fazer a diferença para a Estrela Solitária.


FICHA TÉCNICA:


BOTAFOGO 3 X 1 OLARIA

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 29/1/2011 - 17h (de Brasília)
Árbitro: William de Souza Nery (RJ)
Auxiliares: Silbert Farias Sisquim (RJ) e Sérgio Waldman (RJ)
Cartões Amarelos: Márcio Rosário, Loco Abreu (BOT); Felipe (OLA)
Cartões Vermelhos:

Público pagante e presente/Renda: 4394 pagantes/ 5812 presentes R$ 103.830, 00

Gols: (BOT) Renato Cajá (13''/2°T) Loco Abreu (9'/2°T) (23'/2°T) ; (OLA) Vinícius (11'/2°T)

BOTAFOGO: Jefferson; João Filipe, Antônio Carlos e Márcio Rosário (Alessandro); Lucas (Caio), Marcelo Mattos, Bruno, Renato Cajá (Araruama) e Somália; Herrera e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

OLARIA: Renan Moura, Ivan, Thiago Eleutério, Rafael e Amarildo; David, Victor, Renan Silva e Danilo (Vinícius); Waldir (Renato) e Felipe. Técnico: Luiz Antônio Ferreira.

Lancenet

Mais uma vez a equipe jogou mal em alguns momentos, tomando uma pressão injustificável. Em algumas partes da partida, os jogadores do Botafogo andavam de maneira displicente pelo campo, assistindo ao adversário jogar. Uma parte da torcida mostrou novamente que é burra, vaiando Somália durante a partida. Quando vão perceber que isto só atrapalha a equipe? Vaiar o Botafogo durante a partida é mau-caratismo. Que aguardassem o final do jogo.
Loco Abreu mostro novamente que tem estrela e que pode decidir os jogos. Espero que isto aconteça nos jogos decisivos, pois bater nestes pequenos e fracassados times pequenos do Rio é fácil. Quando ele fizer o mesmo contra Fluminense e Flamengo, aí sim a torcida poderá ficar tranquila.




Espero que Arévalo e Everton estreiem logo, pois Márcio Azevedo deve mesmo estrear contra o Bangu, na quarta-feira. Somália na lateral-esquerda não dá mais.
Merece também um comentário Alessandro: Como o banco fez bem a ele! Entra voando em todas as partidas, acertando lançamentos longos e precisos, além de correr o campo todo e acertar sempre os cruzamentos. Nossos parabéns a este atleta, que aceitou a reserva com humildade, ao contrário de outros jogadores que se acham "estrelas". Destaque também à boa atuação de Renato Cajá, com seu gol-relâmpago que demonstrou boa movimentação e o posicionamento.


Enfim, quando o Botafogo se acertou, cabiam mais gols, porém se continuar jogando de forma acovardada contra times melhores, poderá não ser tão fácil reagir com 2, 3 gols em cima da hora. Joel Santana tem que mudar logo a maneira de jogar do time.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Matéria e antimatéria podem ser criadas do nada

Sob as condições adequadas - que incluem um feixe de laser de ultra-alta intensidade e um acelerador de partículas de dois quilômetros de extensão - pode ser possível criar algo do nada.
É o que garante Igor Sokolov e seus colegas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.
O grupo desenvolveu novas equações que descrevem como um feixe de elétrons de alta energia, combinado com um intenso pulso de laser, pode rasgar o vácuo, liberando seus componentes fundamentais de matéria e antimatéria, e desencadear uma cascata de eventos que gera pares adicionais detectáveis de partículas e antipartículas.
Criar matéria do nada
Não é a primeira vez que cientistas afirmam que um super laser pode criar matéria do nada. De um nada que não é exatamente ausência de tudo, mas uma sopa fervilhante de ondas e campos de todos os tipos, onde partículas virtuais surgem e desaparecem o tempo todo.
Em 2008, um artigo publicado na revista Science descreveu como a matéria se origina de flutuações do vácuo quântico.
"Agora nós pudemos calcular como, a partir de um único elétron, podem ser produzidas várias centenas de partículas. Acreditamos que isso acontece na natureza, perto de pulsares e estrelas de nêutrons," afirma Igor Sokolov, um dos autores do estudo.
Foi um grupo de brasileiros que demonstrou recentemente que uma estrela de nêutrons pode acordar o vácuo quântico.
O que é o nada?
Na base de todos estes trabalhos está a idéia de que o vácuo quântico não é exatamente o nada.
"É melhor dizer, acompanhando o físico teórico Paul Dirac, que um vácuo, ou um nada, é a combinação de matéria e antimatéria - partículas e antipartículas. Sua densidade é tremenda, mas não podemos perceber nada delas porque seus efeitos observáveis anulam-se completamente," disse Sokolov.
Em condições normais, matéria e antimatéria destroem-se mutuamente assim que entram em contato uma com a outra, emitindo raios gama, que já se imaginou aproveitar para construir um laser de raios gama.
"Mas sob um forte campo eletromagnético, este aniquilamento, que tipicamente funciona como um ralo de escoamento, pode ser a fonte de novas partículas," explica John Nees, coautor do estudo. "No curso da aniquilação, surgem fótons gama, que podem produzir elétrons e pósitrons adicionais."
Um fóton gama é uma partícula de luz de alta energia. Um pósitron é um anti-elétron, uma partícula gêmea do elétron, com as mesmas propriedades, mas com carga positiva.
Reação em cadeia
Os que os cientistas calculam é que os fótons de raios gama produzirão uma reação em cadeia que poderá gerar partículas de matéria e antimatéria detectáveis.
Em um experimento, preveem eles, um campo de laser forte o suficiente irá gerar mais partículas do que as injetadas por meio de um acelerador de partículas.
No momento, não existe nenhum laboratório que tenha todas as condições necessárias - um super laser e um acelerador de partículas - para testar a teoria.
Mas, para Sokolov, o tema já é fascinante o suficiente do ponto de vista filosófico.
"A questão básica do que é o vácuo, o que não é o nada, vai além da ciência," afirma ele. "Ela está profundamente incorporada não apenas nos fundamentos da física teórica, mas também da nossa percepção filosófica de tudo - da realidade, da vida, e até mesmo da questão religiosa sobre se o mundo poderia ter vindo do nada."
Recentemente, físicos do LHC conseguiram capturar antimatéria pela primeira vez - veja também CERN dá mais um passo no estudo da antimatéria.


A hipótese "deus" é cada vez menos necessária..

Veja promove Luciano Huck à medida em que o Ministério Público do RJ fecha o cerco a ele



O mundo “explodindo” em convulsões sociais, protestos e catástrofes climático-ambientais à espera de iniciativas que diminuam os impactos de seus efeitos, de mudanças de atitude, e a revista semanal de maior circulação no país ignora tudo isso. Ela estampa uma capa estilo “Caras”, colocando o casal Angélica e Luciano Huck em destaque. Cuma?!

Mas o bom e velho jornalismo resiste bravamente na capa de outra revista, com menor poder de inserção, mas coerente com sua linha editorial e com a missão de se pautar pelo interesse público:a Carta Capital.
À revelia do “bom mocismo” que Veja tenta colar à sua imagem, Huck se defende de processo contra ele por  acusação de crime ambiental movido pela Prefeitura de Angra dos Reis desde 2007:
Para elucidar o porquê da decisão de Veja colocar o “bom mocinho” Luciano Huck na sua capa esta semana, basta consultar detalhes do processo que ele responde. Mesmo vencedor da ação em primeira instância, Huck terá  a casa vistoriada  por perícia e o Ministério Público do Rio de Janeiro, que recorreu da decisão, exige que ele deposite o valor das custas processuais. Confira e tire suas próprias conclusões.
Veja, agora, se presta a fazer assessoria de imprensa às celebridades? A revista se supera!


Bento XVI já questionou o celibato na Igreja Católica


RIO - Joseph Ratzinger, atualmente o Papa Bento XVI, assinou em 9 de fevereiro de 1970, quando ensinava teologia na Universidade de Regensburg, na Baviera, uma petição que questionava o celibato na Igreja Católica, segundo informações publicadas nesta sexta-feira pelo jornal "Süddeutsche Zeitung". À época o religioso tinha 42 anos.

"Nossas consultas e nossos estudos coincidem com a necessidade de um tratamento diferenciado à lei que estabelece o celibato(...) tanto pela Igreja alemã como pela Igreja mundial", escreveram os teólogos em carta enviada à Conferência Episcopal da Alemanha, para a qual Ratzinger atuou como consultor em questões de fé e moral. Juntamente com ele, estiveram nomes de peso como os dos também teólogos Karl Rahner, Otto Semmelroth, Karl Lehmann e Walter Kasper.

O documento, que não havia se tornado público até agora, permaneceu arquivado por 41 anos. Segundo a reportagem do jornal alemão sob o título de "As dúvidas do jovem Ratzinger", os responsáveis pela petição afirmam não desejar influir em qualquer decisão da Santa Sé, mas demonstram preocupação com a obrigatoriedade do celibato.

O Globo


Não há motivo para os coitados dos padres não se casarem. Não sou católico, mas sei que isto não tem nem respaldo bíblico, como tantas outras esquisitices do catolicismo. É estranho que homens que nunca se casaram fiquem dando palpites sobre a vida matrimonial, como padres, bispos e papas fazem, ao quererem interferir na vida dos casais católicos.


 Já vi gente argumentando que a vida de um padre é muito ocupada e por isto não teria como cuidar de uma família. Por acaso um padre é mais ocupado que um grande executivo, que pode ser casado e ter filhos sem problemas? Claro que não.
E é estranho notar como Bento 16 mudou de opinião. Recentemente, falou que o celibato "antecipa o céu". Tem sentido uma bobagem destas? 

Brasileiros criam primeira vacina vegetal



Uma parceria do Bio-Manguinhos (Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos), da Fiocruz, no Rio de Janeiro, com duas instituições americanas permitirá ao Brasil criar a primeira vacina do mundo a base de uma planta.
A técnica elimina a necessidade de usar vírus atenuados, o que torna o processo mais simples e seguro. O projeto inicial é um imunizante contra a febre amarela -doença grave que, em áreas urbanas, é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue.
Com investimento de US$ 6 milhões (cerca de R$ 10,8 milhões) da Fiocruz, o acordo, firmado com o Centro Fraunhofer para Biotecnologia Molecular e iBio Inc. prevê que os testes em humanos comecem em até três anos.
Embora a vacina atual -com tecnologia 100% brasileira- seja eficaz e barata, ela tem inconvenientes.
A Fiocruz é líder mundial na fabricação da vacina, produzindo entre 30 e 40 milhões de doses por ano.
Os cientistas cultivam uma estirpe atenuada do vírus em ovos de galinha embrionados. Esses, claro, são bem diferentes dos usados na cozinha: passam por um processo industrial que certifica que estão livres de doenças, entre outras coisas.
Nesse ambiente, o vírus se multiplica e produz o antígeno -a mais importante “matéria-prima” da vacina.
Esse método pode causar alergias e, em casos raros, infecções graves.
Pessoas alérgicas a ovo, por exemplo, ficam atualmente sem alternativa de imunização contra a doença.

NOVIDADE

Com a nova vacina, em vez de usar o vírus inteiro, os pesquisadores reproduzem apenas sua proteína que causa maior resposta imunológica no organismo.
Para isso, eles isolam o gene responsável pela produção dela e o colocam na folha da Nicotiana benthamiana, um tipo de tabaco.
Conforme a planta vai crescendo, ela vai produzindo os antígenos.
“As plantas viram minifábricas da proteína viral que será usada na vacina”, explica Ricardo Galler, pesquisador-chefe do projeto.
“Nós usamos hoje uma técnica de quase 70 anos atrás. Com o novo método, daremos um salto tecnológico impressionante. Estamos bastante otimistas”, completa Ricardo Galler.

BENEFÍCIOS
Além da redução dos efeitos colaterais em relação à vacina tradicional, a imunização feita à base da planta pode contribuir para o desenvolvimento tecnológico de toda a cadeia produtiva de vacinas, diz Galler.
“Por causa do nosso acordo, ainda não podemos dar detalhes. Mas a técnica usada nas plantas é algo único no mundo”, diz.
O diferencial, segundo ele, é que as plantas usadas não são transgênicas.
“Do jeito que nós fazemos, as mudanças não são incorporadas ao DNA da Nicotiana benthamiana. Os descendentes das plantas não têm o gene da proteína do vírus. É preciso repetir o processo”, explica ele.
O método de cultivo também deve permitir economia. Como as plantas são criadas em hidroponia -que substitui o solo por uma substância nutritiva especial- o cultivo pode ser feito em áreas relativamente pequenas, o que simplifica e reduz seu custo.

UOL

Este tipo de notícia mostra o quanto é importante o investimento em pesquisa científica no país. Se com poucos recursos nossos pesquisadores conseguem realizar tantas decobertas pioneiras, imaginem se os repasses para ciência forem maiores.




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Para Crea, "há riscos de novos apagões" no Rio de Janeiro

Moradores de diversos pontos do Rio de Janeiro precisaram tirar as velas das gavetas na sexta. Faltou luz em vários bairros da Zona Norte à Zona Sul, passando pela Zona Oeste, além de Niterói, São Gonçalo e Baixada Fluminense. A maior parte dos bairros foi atingida de madrugada, mas, em alguns lugares, o problema continuou até a tarde. Especialistas alertam que a rede elétrica precisa ser renovada ou, assim como no ano passado, a população fluminense corre o risco de passar o verão no escuro.
 
Para o engenheiro eletricista Luiz Antônio Cosenza, do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio (Crea-RJ), o material usado pela Light e pela Ampla na distribuição de energia não acompanhou o aumento do consumo nos últimos anos: "o problema já existe há tempos e não é resolvido de uma hora para outra. Com certeza há riscos de novos apagões".
 
 
Comissão concluiu que faltou investimento
As constantes faltas de energia causaram transtornos para os cariocas no verão do ano passado. Uma comissão chegou a ser criada na Câmara do Rio para apurar o problema. Os trabalhos, presididos pelo vereador Paulo Messina (PV), concluíram que a gestão anterior da Light deixou de investir. "Houve negligência nos investimentos e hoje estamos sofrendo os reflexos disso", afirmou o vereador.
 
Apesar dos problemas ocorridos, a Light afirma que está investindo na melhoria da rede. Segundo a empresa, só para manutenção foram destinados R$ 10 milhões em 2010, R$ 6 milhões a mais que no ano anterior. A concessionária ainda diz que investiu R$ 525 milhões só para distribuição.
 
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por sua vez, constatou falta de manutenção na rede subterrânea, que alimenta regiões como Zona Sul e Centro. A empresa ressalta que, para a melhoria dessa rede, "foram destinados R$ 32 milhões em 2010, R$ 20 milhões a mais que o aplicado em 2009".
 
 
Na Tijuca, tarde sem energia elétrica prejudica moradores e comerciantes
No dia mais quente do ano, quando os termômetros chegaram a marcar quase 42ºC, a dificuldade para enfrentar o calor ficou ainda maior com a falta de luz. À tarde, de 12h às 17h, não havia energia em alguns pontos da Tijuca, e moradores tiveram que improvisar para suprir a falta de ar-condicionado e ventiladores. Muitos saíram de suas casas e foram caminhar pelas ruas. Outros resolveram sair do bairro e ir para onde havia energia.

Na Rua Alfredo Pinto, uma senhora de 81 anos, que mora em um edifício, não conseguiu retornar para sua casa, que fica no sétimo andar. "Não consigo subir pelas escadas, vou ter que ficar na portaria até a luz voltar", lamentou a aposentada Sara Gutwilen.
 
Comerciantes também sofreram com a falta de energia do bairro. "Em um ano enfrentei vários problemas por falta de luz. Mas com este calor está difícil de trabalhar", reclama Antônio Alves, dono do estabelecimento.
 
Recente pesquisa da Fecomércio-RJ apontou que mais da metade dos comerciantes da capital foi afetada pela falta de energia elétrica nos dois últimos meses de 2010. Ainda segundo o levantamento, esses comerciantes amargaram um prejuízo médio de R$ 11,1 mil, cada. No fim de 2009, apagões causaram R$ 1 bilhão em perdas.
 
Na madrugada de sexta, a interrupção no fornecimento de energia ocorreu por volta das 0h40 devido a uma falha na subestação da Light em Piedade, deixando sem luz até de manhã os moradores de lá e dos bairros do Méier, Abolição, Engenho Novo e Engenho de Dentro. O problema também foi registrado em Realengo, Centro, Catumbi, Estácio, Catete, Flamengo e Laranjeiras. Na Tijuca, algumas áreas ficaram no escuro até a tarde.
 
Na Baixada, trechos de ruas em Belford Roxo, São João de Meriti, Mesquita e Nova Iguaçu foram afetados. A Light apura as causas da interrupção. A Ampla explicou que em pontos isolados de São Gonçalo faltou luz na madrugada por causa do contato de um vergalhão com a rede elétrica. Em Niterói, a concessionária ainda apura os motivos de casos pontuais de queda de energia.

Esta notícia reflete o caos em que se encontra o sistema de distribuição de energia elétrica no país, gerido por empresas na sua maioria estrangeiras, que "compraram" estatais vendidas a preços simbólicos pelos tucanos, as quais priorizam a remessa de lucros para suas matrizes no exterior em detrimento de investimento na expansão de suas redes.
 

ANS quer obrigar planos a agendar consultas em 7 dias

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) quer obrigar os planos de saúde a agendar consultas para seus associados em até sete dias caso eles não encontrem médico disponível.

Além de estabelecer prazo para os atendimentos (veja abaixo), a resolução diz que na falta de estabelecimento credenciado ou médico especialista que o conveniado necessite, a operadora deverá garantir o transporte de ida e volta do beneficiário até o local onde o serviço credenciado seja ofertado.

A resolução depende agora de consulta pública para entrar em vigor, o que deve demorar 30 dias. A intenção da ANS é que a nova norma entre em vigor ainda no primeiro trimestre deste ano.

"É importante observar que esta proposta ainda pretende reforçar o fato de que qualquer falha no atendimento conforme definido em contrato assinado pelo beneficiário e em consonância com a legislação em vigor sujeita a operadora às penalidades administrativas cabíveis", diz a resolução.

Até então, a ANS não possuía um regulamento específico sobre garantias de atendimento aos beneficiários dos planos de saúde. Em outubro do ano passado, o governo já havia anunciado a implantação de regras para tempo de espera no atendimento, mas a medida não saiu do papel. Na ocasião, a agência viu a necessidade de fazer uma pesquisa com as operadoras de planos de saúde antes de elaborar a resolução.


PESQUISA
A participação das empresas de planos de saúde na pesquisa, realizada no fim do ano passado, foi voluntária. Das 1.162 operadoras que receberam o questionário, 840 responderam qual o prazo praticado para o atendimento e qual seria o ideal.

Por meio de nota, a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) afirmou que as operadoras de planos de saúde já trabalham com prazos internos para atender os conveniados.

"O estabelecimento de prazos pela ANS não deve alterar significativamente o modo de trabalho das operadoras filiadas à FenaSaúde. O que precisa ser discutido são os prazos em si e os mecanismos de aferição para o seu cumprimento", diz a nota.

A Folha procurou a Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), mas foi informada que o presidente da entidade só poderia falar na semana que vem.


Veja os prazos para atendimento
1 - consulta básica (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, cardiologia
e ortopedia e traumatologia): sete dias úteis;
2 - consulta nas demais especialidades médicas: 14 dias úteis;
3 - consulta de fonoaudiologia: 10 dias úteis;
4 - consulta de nutrição: 10 dias úteis;
5 - consulta de psicologia: 10 dias úteis;
6 - sessão de terapia ocupacional: 10 dias úteis;
7 - sessão de fisioterapia: 10 dias úteis;
8 - serviços de diagnóstico por laboratório clínico e radiografias: três dias úteis;
9 - serviços de diagnóstico por imagem, exceto radiografias: 10 dias úteis;
10 - PAC (Procedimentos de Alta Complexidade): 21 dias úteis;
11 - internações eletivas: 21 dias úteis;
12 - urgência e emergência: imediato;
13 - consulta de odontologia: sete dia úteis.

Excelente inciativa por parte da ANS, é necessário acabar com a máfia dos convênios médicos, suas restrições e imposições.

A voz do povo

Dia 2 de fevereiro poderemos comemorar a desclassificação dos gambás da Libertadores?

Tornozeleira personalizada

E o Egito desligou a Internet



Está no Gizmodo, mas achei que valia a pena trazer aqui para o UoD. Anote aí: dia 28 de janeiro de 2011 o Egito desligou, literalmente, sua Internet deixando 80 milhões de habitantes sem conexão com o mundo exterior.
Como a legislação permite, o governo do Egito enviou, ontem pela manhã, uma ordem para que todos os provedores “desligassem” seus serviços. Vodafone Egito, Link Egito, Telecom Egito e Etisalat Misr, atenderam a ordem e no momento seguinte 3.500 BGPs, as rotas locais, caíram.
Simples assim. 93% das redes egípcias ficaram indisponíveis.
O único provedor ainda em operação é o Noor Group, provavelmente porque é o responsável pela Bolsa de Valores do país.

Livros eletrônicos superam os de brochura na Amazon

A loja virtual Amazon anunciou nesta quinta-feira (27) que as vendas de e-books para Kindle superaram pela primeira vez as dos livros de brochura em seu site.

Seis meses atrás, a empresa havia anunciado que os livros eletrônicos haviam ultrapassado os de capa dura.
Em 2010, para cada 100 livros de brochura, a Amazon vendeu 115 e-books para o Kindle, informou a empresa.

A vantagem dos livros eletrônicos em relação aos de capa dura é ainda maior: três para um.

Lordi - This Is Heavy Metal

Homens aceitam melhor uma traição homossexual que mulheres, diz estudo



NOVA YORK - Metade dos homens perdoaria a infidelidade de suas parceiras se a traição fosse com outra mulher, segundo um novo estudo da Universidade do Texas em Austin, nos EUA, publicado na revista Personality and Individual Differences.

Já o sexo feminino é menos propenso a perdoar o namorado e esquecer a trapaça caso ele saia com outro homem. Os pesquisadores pediram a 718 universitários que imaginassem estar em um relacionamento de longo prazo e quais seriam suas reações nessa situação.

Os autores descobriram que, em geral, 50% dos homens provavelmente continuariam a relação com uma mulher que se envolveu com outra, enquanto apenas 22% disseram que poderiam perdoar uma traição delas com outro homem.

Para as mulheres, os resultados foram invertidos. Se o namorado a traísse com outra, 28% tentariam superar esse fato, e só 21% fariam isso se a infidelidade ocorresse com outro homem.

A pesquisa concluiu que as reações dos participantes foram baseadas em instintos básicos de ciúme. "Um forte mecanismo é ativado em homens e mulheres de diferentes maneiras - aquelas que ameaçam a paternidade no caso dos homens e as que põem em risco o abandono às mulheres", disse Jaime Confer, principal autor e candidato a pós-doutorado em psicologia evolutiva.

Os homens, segundo os cientistas, sentem-se em perigo com um rival do mesmo sexo por causa da incerteza da paternidade, enquanto veem um caso homossexual da namorada como "uma oportunidade de acasalar com mais de uma mulher ao mesmo tempo, satisfazendo o desejo masculino por várias parceiras sexuais".

Mark Cloud, um dos coautores do trabalho, destacou que o cenário de infidelidade homossexual que eles pediram para os voluntários imaginar é muito raro no mundo real.

Então, os pesquisadores questionaram os estudantes sobre suas verdadeiras experiências de traição. Mais uma vez, os homens demonstraram uma menor tolerância de aceitar a infidelidade que as mulheres. Os homens se revelaram significativamente mais propensos a terminar um relacionamento após um affair da companheira, apontou o estudo.

Estadão

É um fato científico: A maioria dos homens não se importaria em ver sua namorada ao menos uma vez com outra mulher, principalmente se ele pudesse participar de alguma forma.